terça-feira, 12 de janeiro de 2010

PENSAMENTOS VADIOS

.
.
.
EU PLANTO O TRIGO PARA COLHER O PÃO
SOU PÁSSARO QUE RECUSA MIGALHAS.
.
.
.
l*eia mais pensamentos vadios no www.twitter.com/poetasergiovaz

Bóris Casoy, um lixo de ser humano

.


.


se quer saber realemente quem é esse canalha, acesse:

www.cloacanews.blogspot.com

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

SARAU DA COPERIFA NO SESC POMPÉIA

.
A NOITE QUE A COOPERIFA ILUMINOU SÃO PAULO
.
Povo lindo, povo inteligente,
.
ontem o sarau da Cooperifa, numa noite memorável, a poesia periférica iluminou a cidade de São Paulo com um dos eventos mais mágicos que nós já fizemos. Não sei explicar o porque, se era a primeira apresentação do ano e que tava todo mundo com saudade do outro e da outra, ou se a gente simplesmente aprendeu a lutar fazendo festa mesmo. Só sei de uma coisa: foi ma noite mágica! A Chooperia estava completamente lotada. Catarse!
Foi de enxugar a alma com o suor derramado. Uma noite para redimir qualquer não pecador. Uma noite para entender finalmente o porque somos importantaes nesta porra de planeta: Porque vale a pena lutar pra ser feliz. E a 8 anos a gente está fazendo isso.
E vale qualquer tipo de luta. Nós escolhemos a poesia. Mas quem luta sabe do que estou falando. Não tem essa de desistir. Não tem essa de desacreditar.
Queria aproveitar e agredecer aos amigos e amigas que vieram de todos os lugares para ajudar a gente a construir essa história de amor.
A família Cooperifa está de volta. Bom ano pra nóis.
*depois fomos ao ensaio da Vai-Vai misturar poesia com samba.
.
Então que venha 2010!
.
Sérgio Vaz
vira-lata da literatura


















sábado, 9 de janeiro de 2010

.
O que me faz feliz
deixa muita gente triste.
Voar sem asas
com os pés na raiz
e recusar gaiola com alpiste.
.
Sérgio Vaz
.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010




.

O mal do bem
.

.

Eu sou da turma do mal:
malnascido
mal-amado
malquerido
mal-apanhado
mal-apessoado
mal-apresentado
maltrapilho
mal-acabado
mal-armado
mal-assado
mal-assombrado
mal-aventurado
mal-avisado
malcheiroso
mal com deus
malcon x
malconduzido
malconformado
malconservado
e dos malditos.
Estamos bem-entendidos?

.
.
Gol contra - Sérgio Vaz
.
No meu tempo de moleque ninguém tinha uma profissão em mente para se apegar no futuro, e todos, sem exceção queriam ser jogadores de futebol. E olha que naquela época nem dava tanto dinheiro assim. Mas não sei se pelo romantismo, pela magia ou simplesmente pela falta de perspectiva... Sei lá, só sei que todos nós queríamos ser jogadores de futebol. Eu apesar da idade confesso que ainda quero.
Mas tempo passou, o Morumbi e o Maracanã envelheceram em mim e a memória, esse estádio vazio, toma dribles maravilhosos da lembrança, e tudo que me lembro foram os gols perdidos. Perdi muitos gols cara a cara com o goleiro, por isso não sou jogador, por isso não sou doutor. Tomei muita vaia do destino.
Não lembro de nenhum amigo desta época que tenha sequer passado na peneira de algum time profissional, poucos viraram doutores e uns tantos não "lerão" este artigo, se é que vocês me entendem.
A Violência sempre fez muitas faltas no nosso jogo, e quase todas por trás. Dói só de lembrar.
Apesar dos intervalos, lembro-me de partidas inesquecíveis, dessas que começavam pela manhã e seguiam tortuosas pela tarde, interrompidas apenas pelo almoço e o café das três.
São momentos inenarráveis passados com estes parceiros de time, esses meninos sábios e imortais, sem presente e sem futuro deslizando os pés descalços pelo chão. Corpos quase nus riscávamos a paisagem com nossas peles cravejadas de ossos e temperadas de suor. Eram os melhores momentos de um tempo em que o destino entrava de sola em nossas vidas.
Hoje em dia, aquele campinho de terra que esculpimos com as nossas próprias mãos é um grande cemitério, e muitos deles, craques interrompidos, estão ali, enterrados com seus sonhos, antes mesmo do jogo acabar.
Outros, por desrespeitarem as regras cometeram pênaltis desnecessários (?), e, por ordem dos juízes, foram mais cedo para o chuveiro.
Para minha tristeza muitos ainda continuam a cometerem faltas, sem medo de tomar cartões vermelhos ou amarelos, sem se importar com a força do adversário, sem se importar com a cor da camisa, sem se importar com os derrotados, se importando apenas em vencer, e vencer a qualquer preço.
Às vezes, muitos são substituídos com o jogo em andamento, alguns, antes mesmo de tocarem na bola.
Quando se fecham as cortinas, perder sem jogar é uma derrota difícil de aceitar.
Por isso, quando a dor sai do vestiário e a saudade entra em campo, faço um minuto de silêncio, deixo uma lágrima rolar e jogo por eles a prorrogação.

.

domingo, 3 de janeiro de 2010

SARAU ESPECIAL DA COOPERIFA

.
.
SARAU DA COOPERIFA
NA CHOPPERIA DO SESC POMPÉIA
.
.
.
DA PERIFERIA AO CENTRO
.
Sarau especial da Cooperifa
.
Com partcipações especiais:
Brau mendonça, Versão Popular, Fino e Wésley Nóog
.
Dia 10 de janeiro 18hs
.
SESC POMPÉIA
Rua Clélia, 93
Grátis
.
.